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Comentários sobre esse texto:

Carta Capital e o país de Pinocchio

O Paulo Henrique Amorim publicou hoje no Conversa Afiada o "parecer" do ex-ministro Carlos Velloso em apoio à extradição do Battisti.

Tentei postar o comentário abaixo, mas o PHA, no que já se vem tornando um hábito, censurou a réplica e escondeu o post original em algum lugar bem longe da primeira página. O post está no link abaixo, encontrado mediante busca no blogue. A réplica censurada é a seguinte:

— -

Caro PHA, já vimos uma vez que os "pareceres jurídicos" em que você apoia alguns dos seus comentários são torcida pura e simples. O Mino Carta apoia a extradição do Battisti. O Maierovich tem coluna na revista Carta Capital, de propriedade do sr. Mino Carta. Só faltava que ele achasse alguma falta no "parecer" encomendado do Velloso ao qual você "teve acesso".

Ãrrã, "teve acesso"... Chegou pelo correio ou foi entregue em mãos com uma notinha do Mino?

Assim como este, há dezenas de outros que dizem o contrário. Entre eles o da Procuradoria Geral da República. Publique-os também.


Chamar a Itália de democracia, principalmente nos tempos em que o Battisti teria cometido os atos de que é acusado - e pelos quais foi condenado à revelia por tribunais que o próprio juiz Giovanni Falcone depois revelou estarem pejados de mafiosos infiltrados - é ofender os democratas. Dizer que são garantidos os direitos humanos na Itália dos assassinatos extrajudiciais, dos sequestros e das sociedades secretas infiltradas nos mais altos escalões do governo, a Itália da P2, da Gladio, a Itália cujo primeiro-ministro foi condenado à prisão pelo homicídio de um jornalista que o acusava de ser um pau-mandado da Mafia, a Itália dos grupos terroristas financiados e manipulados pelos serviços secretos do Estado (e isto foi *provado*, entre outros pelo juiz Falcone) que sequestraram e assassinaram o Aldo Moro a mando do alto escalão do partido do governo, é uma afronta aos que se batem pelos direitos humanos. Dizer que não estaria ameaçada a vida do Cesare Battisti nas prisões de um país onde ainda em 2005 os policiais Gaetano Saya e Riccardo Sindoca, dirigentes do sindicato dos policiais, foram presos sob a acusação de organizar a dirigir uma sociedade secreta de mais de duzentos policiais que entre outras coisas agradáveis estava planejando o sequestro do Battisti na França (motivo pelo qual ele veio ao Brasil), na certa para o entregar às autoridades [http://www.repubblica.it/2005/g/sez...], é um escárnio à verdade.

O sr. Mino Carta, por motivos que só a ele são claros, bandeou-se para o lado dos que querem entregar o Cesare Battisti à Mafia e aos serviços de polícia paralela da Itália do Burlesconi, ele próprio membro de longa data da P2 e colaborador dos mais diversos grupos clandestinos de extrema-direita italianos, franceses e belgas. Se alguém pagou ao Velloso pelo seu "parecer", é bem provável que tenha sido ele - o fato é que com certeza o nobre ex-presidente do STF não sai emitindo "pareceres" por amor desinteressado à verdade, e o sr. Mino Carta, e por sua via o sr. Wálter Maierovich, são partes interessadas que já demonstraram, pelo menos no caso do sr. Mino, estar dispostos a *qualquer coisa* para fazer avançar a extradição do Cesare Battisti, atropelando a verdade e caluniando aos que se lhe opõem.

Quero acreditar que, como no caso daquele advogado pernambucano que lhe deu um "parecer" sobre o caso RCTV tão cheio de buracos jurídicos que até eu que não sou advogado pude vê-los imediatamente, você tenha sido movido pela amizade a entrar em uma canoa furada. Mas é seu dever, pelo papel meritório que exerce no combate à mentira generalizada, prestar mais atenção nas canoas em que embarca.


Site: O caso Battisti: como o Ministro da Justiça jogou Lula numa fria
Tomás Rosa Bueno
2009-08-11 20:30:20

Carta Capital e o país de Pinocchio

Muito bom uma voz dissonante contra o juiz Pai da Moralidade! Impressionante como o tecnicismo proposto para fazer uma simplória discussão jurídica-penal pode acabar com toda a historicidade e condição social duma manifestação política! Nesse caminho é que se regula a greve e limita a manifestação política dos trabalhadores.
As minorias política não têm muitos meios para se manifestar dentro da Democracia (que é evidente o lugar das Maiorias) e mesmo assim, sua manifestação tem que respeitar as leis e regras democráticas da hegemonia dominante? Um absurdo.
Parabéns pelo texto.


roberto
2009-05-11 22:50:40

Carta Capital e o país de Pinocchio

CONCORDO PLENAMENTE COM O ARTIGO DE COCCO SOBRE MINO E SEU AMIGO JUÍZ, O WALTER. CLARO QUE TEM GENTE, SEM CAPACIDADE CRÍTICA E COM ALTO GRAU DE DOGMATISMO, FIDELIDADE CANINA E INFANTILISMO, QUE ACREDITAM EM TUDO QUE A CARTA CAPITAL ESCREVE E, INCLUSIVE, TEM PREGUIÇA MENTAL DE LER TEXTOS LONGOS (COMO É O CASO DE MARCUS VINÍCIUS).
PARA AQUELES QUE NÃO CONHECEM A HISTÓRIA DAS LUTAS ARMADAS PROTAGONIZADAS PELA ESQUERDA NO DITO "PRIMEIRO MUNDO" (ITÁLIA, ESPANHA - "FRENTE POULAR" CONTRA A DITAURA FASCISTA DE FRANCO, ETC.)OU NA AMÉRICA LATINA, É FÁCIL CRER NOS ARTIGOS DE CARTA E NA SUA PRETENSIOSA ’VERDADE’ HISTÓRICA QUE ELE ANUNCIA COM A SUA TRADICIONAL VERBORRAGIA VAZIA.


Roberto
2009-03-18 15:19:52

Carta Capital e o país de Pinocchio

Escrever um texto tão longo desse só pra dizer que CartaCapital e Mino Carta não fazem um jornalismo independente é brincadeira. Coisa de sensacionalismo barato. E o que é mais triste, vindo da esquerda.

CartaCapital tem se mostrado séria na luta contra Daniel Dantas e tantos outros assuntos que aflingem nosso país.

Acho um absurdo que uma simples colocação/posicionamento da revista contra Battisti jogue água abaixo toda essa história.

Entre CartaCapital e o autor deste artigo, fico com a Carta. E ainda fico com dúvida se não seria o digníssimo autor alguém tentado a tentar prejudicar a imagem da revista semanal mais independente do país.
É pouco pra tanto? Também acho. Mas só quis mostrar o quanto precipitado também foi o autor.


Marcus Vinicius
2009-03-10 20:45:33

Episódios vergonhosos

Durante a realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio de Janeiro, os pugilistas Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux conseguiram burlar a vigilância dos agentes que acompanham as delegações desportivas e artísticas cubanas nas suas excursões pelo exterior - comissários cuja única missão é assegurar que todos voltem para o paraíso castrista - e foram se esconder em Cabo Frio. A escapada durou cerca de duas semanas. Acionado pelo ministro da Justiça, Tarso Genro - a pedido do governo cubano -, o aparelho policial brasileiro se pôs a campo, localizando e detendo os dois cubanos, que não queriam outra coisa que não fossem oportunidades de viver numa sociedade livre, que lhes permitisse desenvolver seus atributos desportivos e profissionais. Três dias depois de detidos, os dois foram colocados num avião, gentil e especialmente cedido pelo caudilho venezuelano Hugo Chávez, e despachados de volta para Havana.

Lá, não foram presos, torturados ou mortos - como acontecia antes com os cubanos que tentavam fugir da ilha e não conseguiam. Os tempos já eram mais amenos e eles foram apenas proibidos de treinar e lutar, ou seja, de exercer a sua profissão.

Aqui o episódio provocou justa indignação. Afinal, o governo brasileiro, por intermédio de seu ministro da Justiça, não apenas colocara a polícia no encalço de dois atletas que não haviam cometido crime algum - no Brasil ou em Cuba -, como os deportara em prazo recorde, entregando-os a um regime que não tem o mínimo respeito pelos direitos humanos e do qual estavam fugindo.

À onda de protestos que se seguiu, o ministro Tarso Genro respondeu com uma saraivada de argumentos fantasiosos, cada um mais esfarrapado do que o outro. Primeiro, declarou que tudo não passava de uma armação da imprensa, que estava usando o episódio para fazer propaganda contra Cuba. Depois, afirmou que os dois pugilistas não haviam fugido nem pedido asilo e, por isso, se encontravam em situação irregular no País.

Por fim, veio o mais deslavado deles: os pugilistas haviam pedido para voltar a Cuba. Ele, Tarso Genro, como ex-exilado, sabia que isso iria acontecer: "depois da fuga vem a saudade da família e a nostalgia da pátria", disse, esquecendo que antes havia negado que os cubanos haviam fugido e solicitado asilo.

Mas a farsa, como se veria, não prevaleceria como verdade histórica.

O pugilista cubano Erislandy Lara, o primeiro a fugir de Cuba, afirma que nunca quis sair do Brasil. Que não queria ficar em Cuba provou cerca de seis meses depois de para lá ter sido devolvido pelo ministro Tarso Genro, quando fugiu da ilha em uma lancha. Está reiniciando, com sucesso, a sua vida de boxeador nos Estados Unidos. Agora, nesta semana, o pugilista Guillermo Rigondeaux, campeão olímpico e mundial dos pesos galo, fugiu para o México e já está em Miami, onde aguarda a regularização de seus papéis para também voltar às atividades profissionais.

Os dois pugilistas deixaram suas famílias em Cuba. Sentem saudades, mas nem em pensamento lhes ocorre voltar para o paraíso castrista onde, segundo Lara, "não há comida e as pessoas sofrem muito". O que querem, isso sim, é tirar de Cuba suas mulheres e filhos. Outra falha no enredo fabuloso do ministro Tarso Genro.

Menos de dois anos depois do vergonhoso episódio da devolução dos lutadores cubanos ao domínio do ditador Fidel Castro, diante de caso "aparentado", o ministro Tarso Genro teve comportamento totalmente diferente, mas não menos indecente: atropelou uma decisão do Comitê Nacional para os Refugiados, antecipou-se a um julgamento do Supremo Tribunal Federal e concedeu asilo ao terrorista italiano Cesare Battisti. Desta vez, o exilado não sentia saudades da família nem nostalgia da pátria. Também não havia sido, como os dois cubanos, declarado "traidor da pátria" pelo chefe do governo do seu país - uma democracia exemplar. Fora, tão somente, condenado pela Justiça italiana pelo assassinato de quatro pessoas, entre outros crimes - todos cometidos em nome do extremismo de esquerda.

Por que o governo brasileiro concede asilo a um assassino condenado pela justiça de um país democrático e nega-o a dois impolutos fugitivos de uma ditadura decrépita?

O presidente Lula poderia explicar o que seu ministro não explicou?


Site: http://www.estadao.com.br/estadaode...

2009-03-02 05:30:39

Carta Capital: quem te viu, quem te Veja!

Excelente artigo de Giuseppe Cocco.
Ótimo como resposta à postura de Mino Carta, e muito abrangente no panorâma realizado da situação política da Itália na segunda metade do século XX.
Lamentável, realmente, é constatar que Mino Carta não ponderou nenhuma das questões levantadas por Cocco, pois na nova edicão do semanário Carta Capital (nº533) manteve a preferência por seus "malabarismos" em detrimento de sua suposta "independência" jornalística.
O que fazer com o republicanismo de Mino Carta quando, observando a abordagem sobre o caso Battisti, torna-se impossível diferenciar se estamos lendo a Veja ou a Carta Capital?


Raphael
2009-02-17 07:39:32

O Carta e o Cocco

Concordo plenamente com texto da Diplô. Não importa o que Batistti fez na adolescencia dele. O crime foi político e, portanto, embasada nos principios ’democráticos’ do Brasil a decisão foi correta.
A Itália não respeitou uma decisão soberana, porque nos considera meras peças do tabuleiro das nações. Não querem discordância na decisão fascista que tomaram.

Eu já concordava com a decisão, depois que obtive mais subsidio (informação) a respeito da politica italiana e a respeito do caso, reforça em mim o apoio à decisão tomada.


Valdir Santao
2009-02-16 19:14:57

Pena capital no Brasil

Le Monde Diplo vive da conservação de um acervo de velharias que só o esqeurdismo mais afetado consegue guardar. Proudhon, a revolução cubana, expressões de apoio ao governo quadrilheiro, concessão de asilo político a bandidos do mundo todo, etc. Le Monde Diplo está parecido com o Brasil dos tempos imperiais, quando aqui aportavam todos os desterrados e criminosos do mundo e eram recebidos como salvadores da humanidade. Ou pelo menos como novos colegas de participação desse imenso carnaval que é o Brasil brasileiro, terra do samba e do pandeiro.

Parabéns, Le Monde Diplo, museu da esquerda fracassada e do verde-amarelismo ultrapassado.


Eugenio
2009-02-16 15:08:15

Carta Capital e o país de Pinocchio

JAMAIS ACREDITEI NA HONESTIDADE DE PRINCIPIOS DO SR. ENVELOPE , DIGO CARTA.

SUAS ARROGANCIA E PSEUDO ERUDIÇAO SÁO SINTOMAS DE PROBLEMAS GRAVES DE AUTO-ESTIMA , FACILMENTE EXPLICAVEIS PELA PSQUIATRIA .

NORMALMENTE PARANOICOS OU ESQUIZOFRENICOS APRESENTAM ESTE TIPO DE COMPORTAMENTE VICIADO ,ACHANDO-SE O CENTRO DAS ATENÇOES E QUANDO CONTRARIADOS " LEVAM A BOLA EMBORA " .

SUA BAIXA AUTO ESTIMA É COMPREENSÍVEL PELOS INUMEROS FRACASSOS QUE ELE COLHEU EM SUA LONGA TRAJETORIA , ENTRETANTO SEMPRE RESPONSABILIZANDO Á TERCEIROS PELOS SEUS INSUCESSOS , EXATAMENTE COMO UM PSICÓTICO FARIA .

EM SEUS ESCRITOS DOTADOS DA "SACROSSANTA VERDADE " , ELE SEMPRE DEIXA TRANSPARECER QUE EM TODAS AS REDAÇÕES ONDE TRABALHOU OU CHEFIOU NINGUEM O AJUDOU OU CONTRIBUIU PARA O BOM TRABALHO , E QUE ESTE APENAS ACONTECEU ( SE ACONTECEU ) , PELA SUA DIVINA E SUPERIOR SABEDORIA .

SERIA RISÍVEL SE NÁO FOSSE PATOLÓGICO !!

SEMPRE TENTANDO PARECER CULTO OU ERUDITO , VOCIFERA OPINIÓES QUE BEIRAM AO ELITISMO EXPLICITO OU AO PRECONCEITO MAIS RASTEIRO , MAS AINDA AQUI A PSQUIATRIA EXPLICARIA ATRAVÉS DO CHAMADO EFEITO OPOSTO , QUAL SEJA , SEMPRE TENTAMOS PARECER OU SER ATRAVÉS DE NOSSO EGO , AQUILO QUE SABEMOS PELO NOSSO INCONCIENTE QUE ABSOLUTAMENTE NÁO SOMOS .

EM RESUMO , PEQUENO CARCAMANO , PROCURE AJUDA PSQUIATRICA URGENTEMENTE , ANTES QUE POR UM ATO FALHO , VOCE PASSE Á SE AUTO PROCLAMAR " JULIO CESAR OU NAPOLEÃO "


CESAR VLASAK
2009-02-14 20:20:10

Carta Capital e o país de Pinocchio

JAMAIS ACREDITEI NA HONESTIDADE DE PRINCIPIOS DO SR. ENVELOPE , DIGO CARTA.

SUAS ARROGANCIA E PSEUDO ERUDIÇAO SÁO SINTOMAS DE PROBLEMAS GRAVES DE AUTO-ESTIMA , FACILMENTE EXPLICAVEIS PELA PSQUIATRIA .

NORMALMENTE PARANOICOS OU ESQUIZOFRENICOS APRESENTAM ESTE TIPO DE COMPORTAMENTO VICIADO ,ACHANDO-SE O CENTRO DAS ATENÇOES E QUANDO CONTRARIADOS " LEVAM A BOLA EMBORA " .

SUA BAIXA AUTO ESTIMA É COMPREENSÍVEL PELOS INUMEROS FRACASSOS QUE ELE COLHEU EM SUA LONGA TRAJETORIA , ENTRETANTO SEMPRE RESPONSABILIZANDO Á TERCEIROS PELOS SEUS INSUCESSOS , EXATAMENTE COMO UM PSICÓTICO FARIA .

EM SEUS ESCRITOS DOTADOS DA "SACROSSANTA VERDADE " , ELE SEMPRE DEIXA TRANSPARECER QUE EM TODAS AS REDAÇÕES ONDE TRABALHOU OU CHEFIOU NINGUEM O AJUDOU OU CONTRIBUIU PARA O BOM TRABALHO , E QUE ESTE APENAS ACONTECEU ( SE ACONTECEU ) , PELA SUA DIVINA E SUPERIOR SABEDORIA .

SERIA RISÍVEL SE NÁO FOSSE PATOLÓGICO !!

SEMPRE TENTANDO PARECER CULTO OU ERUDITO , VOCIFERA OPINIÓES QUE BEIRAM AO ELITISMO EXPLICITO OU AO PRECONCEITO MAIS RASTEIRO , MAS AINDA AQUI A PSQUIATRIA EXPLICARIA ATRAVÉS DO CHAMADO EFEITO OPOSTO , QUAL SEJA , SEMPRE TENTAMOS PARECER OU SER ATRAVÉS DE NOSSO EGO , AQUILO QUE SABEMOS PELO NOSSO INCONCIENTE QUE ABSOLUTAMENTE NÁO SOMOS .

EM RESUMO , PEQUENO CARCAMANO , PROCURE AJUDA PSQUIATRICA URGENTEMENTE , ANTES QUE POR UM ATO FALHO , VOCE PASSE Á SE AUTO PROCLAMAR " JULIO CESAR OU NAPOLEÃO "


CESAR VLASAK
2009-02-14 20:18:00

Carta Capital e o país de Pinocchio

Mermão tbm quero uns gole...hehe


Roberto C>R>
2009-02-14 02:10:55

Carta Capital e o país de Pinocchio

He,he, he....Alfredo L. Gostei da ex virgem, até dormi com ela..quas me contaminei....
Pseudo esquerda e direita...quanto "pensadores" neste Brasil confundem cultura, poder, inteligencia e conhecimento com ética e moral...Chama o Papa, defensor dos pedófilos oprimidos prá dar um jeito nesta bagunça! He he he


Roberto C>R>
2009-02-14 02:08:01

Mermão, cadê a pinga?

Quanto senso comum. Parece que essa discussão aqui no fórum é de gente que possui uma lupa espiritual capaz de enxergar na alma das pessoas e dizer que a Itália está contra o Brasil e o Brasil contra a Itália. Está um pouco grosseira a conversa por aqui. Dá impressão que muita gente intelecutalóide consegue se fazer a voz do povo da Itália ou do Brasil, como se todos os italianos e brasileiros fossem contra ou a favor da extradição do famosinho assassino da esquerda itálica. Ficam todos seguindo o Le Monde e a Globo, repudiando ou defendendo a extradição. Deixa disso. Quem está ganhando com isso são os políticos, da esquerda e da direita, que conseguem saber onde arrumar apoio e onde está o calo do inimigo. Verdade é que os parlamentares da esquerda e da direita estão lá ganhando o salário às nossas custas, pra não fazer nada, e os ministros do Supremo Tribunal Fodegeral estão comendo caviar enquanto nós sofremos sem justiça aqui no patamar de baixo. A verdade é que aqui reina uma anarquia particular, e que não precisamos de lei nem de prisão, sol e praia pra todo mundo o ano todo! Chama o Lula-lá pra fazer uma caipiroska aí mermão!



2009-02-13 21:44:37

Carta Capital e o país de Pinocchio

O Battisti já consumiu tinta demais. O Mino pisou na bola, fez daquilo uma bandeira (?). Pior: deu uma de ofendido e desertou. Parece coisa de velho amuado que, acostumado a ser o dono da verdade e, diante da resistência alheia, sai de cena chutando o balde. E olha que eu leio, admiro e acompanho o Mino por quase trinta anos. O diabo é que a Carta Capital, que sempre foi uma referência, vai sofrer os respingos de todo este absurdo drama. Restou de tudo, para mim, uma sensação de que o Eclesiastes tem razão: tudo é vaidade e vexame do espírito.


Site: Carta Capital e o pais de Pinocchio
Carlos J. R. Araújo
2009-02-13 18:33:45

Carta Capital e o país de Pinocchio

O Mino é um italiano deslocado. Acredita seriamente na sua supremacia intelectual em relação a nós habitantes do Novo Mundo. Acha que a Itália é o nosso centro, acredita ainda no império romano. Seu jornalismo é de pena alugada, sua alma é corroída pela depressão, parece insatisfeito com a vida e toda a promessa não cumprida de quem atravessou o oceano e não pôde fazer fortuna. Aliás, nem fortuna crítica. O Mino é destes sujeitos que fazem sucesso no meio de um saara, quando não pudemos recusar a menor gota d’água. Mas que em tempos de opiniões, e não propriamente idéias brilhantes, ele desaparece, assim com a pequena gota de orvalho evapora no calor do sol. Mino se acha acima de todos os jornalistas. É um aculturado, detesta nossa cor, nosso cheiro, nosso jeito, acha que é um homem civilizado e suas crises existenciais são profundas. Não conheço o sujeito pessoalmente, mas fico pasma com este indivíduo que na época da ditadura era tido como rebelde e hoje é chamado de grosseiro. Se o Mino acha que a Itália está sempre com a razão porque faz parte do mundo civilizado vou rebaixar o debate: o Mino deveria voltar para a civilização e deixar que nós os brasileiros lutemos por nossa soberania. E permitir que pessoas como Battisti, que não se sintam protegidas por esta civilização romana - que em passado recente apoiou a invasão do Iraque e na Segunda Guerra apoiou Hitler - fiquem no Brasil.


Júlia Silveira
2009-02-13 18:33:12

Se isso pega...

Nunca vi, na minha vida toda, um jornal defender com tanta parcialidade uma perspectiva. Vocês estão piores do que o Estadão. Olha que beleza, Mino sendo criticado por discordar do governo. Olha que beleza, os malucos DO MUNDO DIPLOMÁTICO achando que diplomacia é dar estatuto de refugiado político para quem foi julgado culpado pela Itália, país que, se não me engano, tanto ensinou ao Brasil sobre democracia e direitos fundamentais. Mas é isso, é uma beleza, pegamos a Itália e surramos suas decisões judiciárias, como se o nosso Judiciário, que nem sentenciou ainda os envolvidos no mensalão, pudesse servir de exemplo. O Tarso genro ia sorrir de alegria se a Itália desse refúgio para um acusado no mensalão; o Tarso ia chamar a Itália de exemplo de democracia. Já pensaram se a Itália desse asilo político a um ex-presidente da nossa ditadura militar? Deus meu, a esquerda ia chiar e dizer que na Itália vigora o fascismo. Mas é muito pior. Há algo de podre por aqui. Não sei, mas o soberano Lula parece estar contando com muito poder para enfrentar os europeus. De um certo modo, os discursos cada vez mais agressivos do Lula (sempre contra uma elite, né) apontam para uma guinada no seu governo. Será que a Dilma está fazendo o Lula pensar que ele está mais próximo do Battisti do que de uma banana? -Maximiliano Santana



2009-02-13 13:46:06

Carta Capital e o país de Pinocchio

Há muito tempo não leio um artigo tão fraco... Nada contra a subjetividade, em determinada medida...
Não nos cabe julgar, subjetivamente, o caráter da classe política italiana. O autor, se pudesse, substiuiria as opções políticas do povo italiano pelas suas próprias, indiscutivemente mais sábias...
Dito assim, parece conversa de lavadeiras (nada contra as profissionais que, se tivessem tido as mesmas oportunidades que o autor do texto, produziriam algo bem melhor...).
Cabe-nos perguntar: qual o parâmetro de comparação da pessoalíssima canetada de Tarso Genro? A decisão do judiciário de um país que, desde os anos 70, quando o privilegiado pela extravagância andou aprontando, é regido por um regime democrático, ou as arbitráriedades preponderantes nos anos de chumbo aqui em Pindorama?
Mais uma prova da fragilidade deste arremedo de democracia em que vivemos, onde os governantes de hoje repetem os de ontem...


Perseu
2009-02-13 04:59:25

Carta Capital e o país de Pinocchio

À respeito do que diz um tal deputado italiano da "Lega Nord" que o Brasil é conhecido por suas dançarinas e não por seus juristas, cabe dizer também que a Itália para a maioria dos brasileiros é conhecida pelo seu macarrão e pela sua Máfia e não pela honestidade de seus homens.


Glauco Lima
2009-02-11 18:12:22

Le Monde e o país dos petralhas

Mino está sendo tratado como os dois boxeadores cubanos no Brasil. Mino está sofrendo a extradição que os dois boxeadores sofreram. O anônimo lá debaixo está certo mesmo, a esquerda tem problema com nomenclatura. Os dois boxeadores foram extraditados porque foram considerados contrarevolucionários. Eles ousaram dizer que não levavam vida de gente em Cuba, e o rei de lá não gostou disso. Lula deu o exemplo, mostrou que ninguém deve se mostrar contrário às opiniões do rei da nação. Mino e os boxeadores estão sendo mandados para o inferno, porque ninguém pode discordar das verdades defendidas pela esquerda petralha. Essa é a democracia brasileira, baseada na quadrilha chegando em peso para massacrar quem está falando muito.



2009-02-11 14:33:38

A história me absolverá

Senhor Jorge,

a razão não pode contra o senso comum e o sabor da maré política!não é a imparcialidade, mas a parcialidade que legitima e justifica um artigo!

não há imparcialidade, mas parcialidade legítima, como a do Le Monde. e rigor da lei só significa a lei para os inimigos, e não para os amigos do mundo sindical.

STF não é nada nesse desmundo. Nunca antes neschtepaíz houve tanta democracia. Relaxe e goze! Aproveite a maré, mas sem dar pescada!



2009-02-10 21:30:18

Carta Capital e o país de Pinocchio

É disso que precisamos, mais reflexão, contexto político-histórico para entender a complexidade da vida social. Esse texto é brilhante nesse sentido... seria interessante que o debate continuasse e invadisse a imprensa burguesa e a pseudo-progressista... será que Mino toparia?


Robson
2009-02-09 22:34:30

Carta Capital e o país de Pinocchio

É disso que precisamos, mais reflexão, contexto político-histórico para entender a complexidade da vida social. Esse texto é brilhante nesse sentido... seria interessante que o debate continuasse e invadisse a imprensa burguesa e a pseudo-progressista... será que Mino toparia?


Robson
2009-02-09 22:30:55

STF, Dantas, Battisti e a impunidade vinculante

As decisões do Judiciário brasileiro estão longe de representar um aspecto puramente técnico da prática jurídica. O STF é antes de tudo a cabeça de um dos três poderes, e pode, como tal, sofrer o efeito de pressões políticas. Ocorre que as decisões tomadas pelo STF em casos políticos serão entendidas pelo mundo jurídico de forma vinculante, mesmo que as súmulas não tenham caráter vinculante. Se não se pode algemar Dantas, também não se pode algemar nenhum suspeito que não ofereça evidentemente risco de fuga ou reação violenta. Se não se pode extraditar um homicida em razão de seu envolvimento histórico com grupos paramilitares de resistência política, este entendimento vingará, impedindo o Supremo de extraditar revolucionários até muitos mais perigosos. O que o STF está criando é um mapa de crimes que podem ser cometidos sem receio de punição severa. Obviamente, quem estiver do lado de Dantas ou de Battisti não será prejudicado, mas nós, que trabalhamos e temos de suportar não só o jugo desses ditadores mas também de seus comparsas midiáticos, deveremos ter paciência e tolerar o intolerável: a impunidade permeando o Tribunal que deveria punir segundo o rigor da lei, e não conforme o sabor da maré política.

Jorge Coquilla



2009-02-09 14:45:08

Carta Capital e o país de Pinocchio

Leitor de "Carta Capital", fiquei muito contrariado com os textos comentados e sem entender a posição dos autores.Tudo explicado, quero agradecer as lições que colhi agora e estou revendo a imagem que o Mino me transmitia.Pouca vergonha!


Euvaldo Silva
2009-02-09 13:40:00

Carta Capital e o país de Pinocchio

Se a televisão ou rádio brasileiro se dá ao luxo de destruir uma família durante vinte anos pelo motivo de vingança pessoal, e uma sociedade sem vergonha, mediocre e corrupta bate palmas.

O que você diria do caso Batisti ? Perseguição, vingança pessoal, dissimulação ?

Não existe sindicato no Brasil, de tudo isto que você percebe, apenas uns vinte por cento realmente são sindicalistas honestos, porém, são fracos politicamente.



2009-02-08 21:03:16

Carta Capital e o país de Pinocchio

Realmente, uma matéria escrita de forma esplêndida, sem retoques.
Além de tirar o grito da garganta, foi possível, através de seu teor histórico, lembrar e constatar que os abutres se serviram e se servem da bela Itália, sem nenhum pudor.

Pobre Mino, enlouqueceu.


vilasboas
2009-02-08 14:57:32

Carta Capital e o país de Pinocchio

Explanação inteligente e enorme, bem formulada, e claro como faz parte de um dos lados, jamais sabemos quem tem razão...

Só acho hilariante aqui no Brasil ainda existirem a "esquerda e direita", se o PT a ex virgem da justiça e da revolução social(algum dia foi?), hoje é a garota de programa, que traz na cama Sarney, turma do PP de Maluf, PMDB e qualquer um que mande beijinhos... Lula e cia, o mesmo do mesmo, incluindo a roubalheira dos valeriodutos e etc...

Bem vindo Cesare Battisti, paradise is here, que Deus nos perdoe se você for um assassino, mas isso poucos tem vontade de saber, oque vale é a briguinha dos argumentos intelectuais sobre teses político-filosóficas pé no saco...


Alfredo Laurentte
2009-02-07 17:48:10

Carta Capital e o país de Pinocchio

Excelente texto. Para quem não sabe, Cocco é italiano, conhece bem o contexto dos anos 70 na Itália.

O cara anônimo aí de baixo misturou tudo. O Tarso tinha que decidir uma questão e decidiu (acertadamente). Violência urbana é outra história e um problema tão maior que não depende só de decisão dele, e nem sequer no goveno como um todo. Enquanto vocês capitalistas não largam nem os farelos do osso, não haverá paz urbana.
E essa de que o Tarso está sendo ’fraco com os fortes do PAC italiano’, é pra rir. O PAC? um grupelho de extrema-esquerda que não existe faz 30 anos, e que teve no máximo 200 pessoas é ’forte’? Forte é a imrpensa burguesa e o Estado Italiano que querem a extradição.


Leo
2009-02-07 16:11:36

Carta Capital e o país de Pinocchio

Ofenças ocorreram por parte dos dois lados, aliás, não deixou de falar a verdade sobre nosso judiciário, já as dançarinas, ultimamente, não são nada disso que falam... E os familiares das vítimas do fujão, como ficam? Que se faça novo julgamento de corpo presente... Se tem um pais que não dá segurança nem a população e nem a presos, ele se chama brasil.


dfff
2009-02-07 02:35:54

Carta Capital e o país de Pinocchio

carta capital e o país de pinocchio Seu texto lavou minha alma eu levava muito a sério o mino.Mas ele já fez seu mea-culpa encerrando eu blog.


valdemir spinelli cavalcanti
2009-02-06 22:45:28

Carta Capital e o país de Pinocchio

parabéns, prof cocco, pela contextualização da decisão soberana do ministro brasileiro tarso genro.

me lembrou os clássicos: a classe operária vai ao paraíso, um cidadão acima de qualquer suspeita, rocco e seus irmãos, o bandido giuliano e tantos outros imperdíveis filmes italianos.

a dupla, em foco, depois de tantos anos de batente, equivocadamente se apequena diante dos recentes fatos históricos. é uma pena.

abçs


carlos anselmo - eng° - fort - ce
2009-02-06 20:10:54

Carta Capital e o país de Pinocchio

Maravilha de explanação...


Hélio Amaral
2009-02-06 18:12:25

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